segunda-feira, 20 de agosto de 2018
Sentes que um tempo acabou
No caminho de aprender esta bela música que nos ensina que as despedidas são uma consequência de viver.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
Mirrors
Mirrors
I crumble among the bones of my salvation and as i try to get myself up i look around and smell the scent of death invading my body and soul. A sculpture made of my own flesh and blood representing the abstract thoughts of my decaying mind. I tremble as i write this words defying my own existence without fear of embracing this never ending madness. Sometimes i just want to explode and be left in pieces, too tiny to be recognized too distant to be remembered. There are days when i believe that everything is just a dream, a temporary construct of my feeble mind , a poor representation of reality. I count the days until my ultimate demise, with wonderous spirit i conclude that i'm already dead.
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Billions
time is so meaningless
the aeons of darkness
have come to last
forever
life so precious
i taste every breath
i take.. as i believe them to be the last but , im wrong.
it doesn't matter the cycle goes on and on until i no longer feel a thing
i can't find
an answer
only chaos brings upon
any resembless of truth
i pray for the end but it never comes.. evades me like its mocking my very existence
the chaotic conflagration
of souls sets my mind alight
like billions of lifes
drawn into the void
the true light of the universe
where they dance for eternity
to the tune of eternal damnation
time is so pure... its all i ever needed
time upon time to silently accept my mortality
in the void everything seems so quiet
like in my mothers womb
im born again.
the aeons of darkness
have come to last
forever
life so precious
i taste every breath
i take.. as i believe them to be the last but , im wrong.
it doesn't matter the cycle goes on and on until i no longer feel a thing
i can't find
an answer
only chaos brings upon
any resembless of truth
i pray for the end but it never comes.. evades me like its mocking my very existence
the chaotic conflagration
of souls sets my mind alight
like billions of lifes
drawn into the void
the true light of the universe
where they dance for eternity
to the tune of eternal damnation
time is so pure... its all i ever needed
time upon time to silently accept my mortality
in the void everything seems so quiet
like in my mothers womb
im born again.
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Ode to My Dear Friend
Pela grandeza do que fazemos na insignificância das nossas existências, por aquilo em que acreditamos, por aqueles que amamos e vemos partir; estarão sempre nas nossas memórias e nos nossos actos; serão sempre lembrados por nós que aqui ficamos, e continuamos a luta, faremos de tudo para ser o orgulho daqueles que tudo nos deram e nos amaram em vida, os seus nomes serão enaltecidos porque sempre foram as nossas bussolas, nos deram a mão quando precisámos. Peço a todos agora que façam em introspectiva e se perguntem, o que poderei eu fazer para dar continuidade ao legado deste anjo este ser que agora vemos partir,o que poderei eu fazer para ser mais como ele, ajudar o meu próximo, amar o meu semelhante, ser o maior pai do mundo, partilhar palavras de sabedoria com todos. Sejamos então apartir de hoje, tanto ou mais seres humanos quanto este nosso Amigo que vemos partir.
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ode to my dear friend,
rest in peace
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
domingo, 4 de julho de 2010
Sempre
Apatia que se abate a cada dia , cai sobre nós como um manto negro de aflições, pesa como uma tonelada de sonhos perdidos
que se desmoronam ao amanhecer, quando acordamos para a realidade, o mundo gira a volta de quem dança ao ritmo certo,
quem nas situações de maior aperto sabe sorrir, mas custa admitir quando estamos errados, perceber que afinal vivíamos numa realidade que era
só nossa, um pequeno paço para a loucura! lados opostos da verdade, mas o que é a verdade? Poderei eu viver sem saber ? Poderei
eu ser feliz sem saber se sou louco? Irei eu acordar um dia e perceber que os sonhos não passam de sonhos e a vida não passa disso mesmo,
viver, respirar e sentir, nada mais. Algo tão simples que nos faz pensar além, algo tão simbólico que nos faz mergulhar na filosofia
e questões existenciais, que ao fim do dia não são mais que veleidades banais; oh voltem tempos em que a vida se poderia resumir num simples
conto de fadas com final feliz em que todos viviam felizes para sempre; oh infância em que os castelos de areia eram o mundo, e o mundo
bailava ao som das marés, oh infância no que nos tornamos ?Fomos tão cheios de vida, agora só vivemos.
que se desmoronam ao amanhecer, quando acordamos para a realidade, o mundo gira a volta de quem dança ao ritmo certo,
quem nas situações de maior aperto sabe sorrir, mas custa admitir quando estamos errados, perceber que afinal vivíamos numa realidade que era
só nossa, um pequeno paço para a loucura! lados opostos da verdade, mas o que é a verdade? Poderei eu viver sem saber ? Poderei
eu ser feliz sem saber se sou louco? Irei eu acordar um dia e perceber que os sonhos não passam de sonhos e a vida não passa disso mesmo,
viver, respirar e sentir, nada mais. Algo tão simples que nos faz pensar além, algo tão simbólico que nos faz mergulhar na filosofia
e questões existenciais, que ao fim do dia não são mais que veleidades banais; oh voltem tempos em que a vida se poderia resumir num simples
conto de fadas com final feliz em que todos viviam felizes para sempre; oh infância em que os castelos de areia eram o mundo, e o mundo
bailava ao som das marés, oh infância no que nos tornamos ?Fomos tão cheios de vida, agora só vivemos.
terça-feira, 29 de junho de 2010
Home
Cambaleante entre as arvores alcanço a ti ... o teu rosto é a última lembrança que quero ter...
Enfraquecida , sinto a morte aproximar-se
Preciso de te ver mais uma vez, uma última despedida
Antes do ultimo suspiro
Lembras-te quando eramos crianças e brincavamos no cemitério
NO fundo saberiamos que esta seria a nossa última morada
Não tee esqueças , promete , vem-me visitar aqui te esperarei
Para brincarmos de novo , para toda a eternidade ...
O sopro da vida assim me abandona, esqueço a dor
E abraço este momento, já sem forças deixo-me embalar com o vento
LIvre , livre ...sou o mundo , sou o universo.. sou tudo e não sou nada
Sou uma nova madrugada , o teu último sorriso e o fim de uma vida...
Lembras-te quando eramos crianças e brincavamos?
Eu sempre te disse que aqui haveria de ficar...
Enfraquecida , sinto a morte aproximar-se
Preciso de te ver mais uma vez, uma última despedida
Antes do ultimo suspiro
Lembras-te quando eramos crianças e brincavamos no cemitério
NO fundo saberiamos que esta seria a nossa última morada
Não tee esqueças , promete , vem-me visitar aqui te esperarei
Para brincarmos de novo , para toda a eternidade ...
O sopro da vida assim me abandona, esqueço a dor
E abraço este momento, já sem forças deixo-me embalar com o vento
LIvre , livre ...sou o mundo , sou o universo.. sou tudo e não sou nada
Sou uma nova madrugada , o teu último sorriso e o fim de uma vida...
Lembras-te quando eramos crianças e brincavamos?
Eu sempre te disse que aqui haveria de ficar...
segunda-feira, 22 de março de 2010
Sem inspiração..
PRINCIPIO:
Procuras uma equação que torne tudo mais simples , uma resposta a todas as questões que te atormentam
O sufoco de não saber , o porquê de existir, o medo de acordar para uma realidade que não a tua, falhar, cair e não mais levantar, um labirinto de ilusões, uma
prisão de carne , o teu corpo limita os teus sentidos e a tua alma anseia por liberdade; as correntes da mente à muito te prendem ao chão, Ícaro pagou por voar demasiado alto,
tu sofres porque não te levantas, beijas o chão que outros pisam e lambes as suas botas, escravizado pela tua ignorãncia sucumbes à sua ganância, dizem-te o que fazer,
quando e como, és vazio, não tens vontade própria , na tua mente diambulam ideias que julgas ser tuas , mas quem puxa as cordas são eles, os teus mestres , o teu Deus.
Assim continuarás mais morto que vivo, um livro por escrever , uma vida por viver , uma existência errática uma mente à deriva, levada pela corrente dos acontecimentos.
Meio:
Sussurros ao ouvido de quem não ouve, nem vê o fim a apróximar-se...esconde as lágrimas que te caem pelo rosto, a vida não é mais do que uma peça, e a tua está impragnada pela tragédia.
Para quê dar-me ao trabalho de te dizer o que deves fazer, quando tu mesmo avanças para o precepício, precepitas-te para a tua própria destruição...e fazes-lo de livre vontade...
Não puxo cordas, não controlo a tua mente, apenas observo, dou um empurrão, nada mais do que isso... és tu quem aperta o gatilho, és tu quem mancha as mãos de sangue.
FIM:
A corda ao pescoço, a cadeira baloiça num vai vem que liga os mundos, a morte e a vida fundem-se num momento que parece durar uma eternidade, a sorte ou o destino ditarão a tua sentença...
Viver, morrer, partir ou ficar, tudo parcelas de uma equação influênciada pelas incertezas do destino, certeza apenas que partiremos, sem saber o dia ou a hora, sem saber se teremos
oportunidade de dizer adeus...equação com única constante a certeza que o fim virá...
Estava a admirar o teu retrato e a pensar que te poderia admirar para todo o sempre e isso daria algum sentido à minha existência.
Procuras uma equação que torne tudo mais simples , uma resposta a todas as questões que te atormentam
O sufoco de não saber , o porquê de existir, o medo de acordar para uma realidade que não a tua, falhar, cair e não mais levantar, um labirinto de ilusões, uma
prisão de carne , o teu corpo limita os teus sentidos e a tua alma anseia por liberdade; as correntes da mente à muito te prendem ao chão, Ícaro pagou por voar demasiado alto,
tu sofres porque não te levantas, beijas o chão que outros pisam e lambes as suas botas, escravizado pela tua ignorãncia sucumbes à sua ganância, dizem-te o que fazer,
quando e como, és vazio, não tens vontade própria , na tua mente diambulam ideias que julgas ser tuas , mas quem puxa as cordas são eles, os teus mestres , o teu Deus.
Assim continuarás mais morto que vivo, um livro por escrever , uma vida por viver , uma existência errática uma mente à deriva, levada pela corrente dos acontecimentos.
Meio:
Sussurros ao ouvido de quem não ouve, nem vê o fim a apróximar-se...esconde as lágrimas que te caem pelo rosto, a vida não é mais do que uma peça, e a tua está impragnada pela tragédia.
Para quê dar-me ao trabalho de te dizer o que deves fazer, quando tu mesmo avanças para o precepício, precepitas-te para a tua própria destruição...e fazes-lo de livre vontade...
Não puxo cordas, não controlo a tua mente, apenas observo, dou um empurrão, nada mais do que isso... és tu quem aperta o gatilho, és tu quem mancha as mãos de sangue.
FIM:
A corda ao pescoço, a cadeira baloiça num vai vem que liga os mundos, a morte e a vida fundem-se num momento que parece durar uma eternidade, a sorte ou o destino ditarão a tua sentença...
Viver, morrer, partir ou ficar, tudo parcelas de uma equação influênciada pelas incertezas do destino, certeza apenas que partiremos, sem saber o dia ou a hora, sem saber se teremos
oportunidade de dizer adeus...equação com única constante a certeza que o fim virá...
Estava a admirar o teu retrato e a pensar que te poderia admirar para todo o sempre e isso daria algum sentido à minha existência.
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segunda-feira, 1 de março de 2010
Foge
Se o nada é tudo o que existe, e o que tudo que existe em nada se torna
Porque haveria de ser de outra forma? Se todos os impérios desmoronam e os mortos um dia também foram..
Reis...os feitos que alcançaram e as mulheres que amaram, agora pó.. linhas que enxem os livros de história da nossa geração
As verdades de ontem as mentiras de hoje , e a santa inquisição a polícia de amanhã...porquê perpetuar aberrações pintadas de dourado
Quando a morte é o que nos espera do outro lado...Arcas para nos esconder-mos , subterfugios para a beleza manter-mos, tapar os buracos do rosto
quando as maiores fendas estão nos nossos corações ...o rancor , o ódio ...prato predilecto de quem nunca amou e nunca foi amado...
eLIxir da juventade para muitos , única razão de viver para alguns...
Porque haveria de ser de outra forma? Se todos os impérios desmoronam e os mortos um dia também foram..
Reis...os feitos que alcançaram e as mulheres que amaram, agora pó.. linhas que enxem os livros de história da nossa geração
As verdades de ontem as mentiras de hoje , e a santa inquisição a polícia de amanhã...porquê perpetuar aberrações pintadas de dourado
Quando a morte é o que nos espera do outro lado...Arcas para nos esconder-mos , subterfugios para a beleza manter-mos, tapar os buracos do rosto
quando as maiores fendas estão nos nossos corações ...o rancor , o ódio ...prato predilecto de quem nunca amou e nunca foi amado...
eLIxir da juventade para muitos , única razão de viver para alguns...
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Tu
E aí estás tu no teu pedestal, tão alto para ser adorada, canta para mim oh deusa da madrugada
Sorri faz-me derreter e tornar-me pó, que o vento me leve até aí para te tocar, nem que seja de ao de leve...
O meu coração bate mais rápido na tua presença , aguardo obediente a tua sentença , esmaga-me como a um mosquito
Destroi-me com o teu olhar , faz-me suplicar pela tua atenção e pela mais pequena ilusão
De afecto...
Quando cair na tua teia oh rainha , envolve-me na mais suave sêda e deita-me no meu túmulo, despede-te de mim
com um beijo e deixa-me repousar...um sonho eterno que se repete em que o único interprete és tu.
Beija-me enquanto as lágrimas escorrem pelo meu rosto, tenho medo que seja o último beijo o único ,seguido de um Adeus
O teu cheiro mantém-se aqui, vejo-te em todo o lado, assombras a minha existência e o meu pensar, reduziste-me a uma amostra do que nunca fui
Destruiste a ilusão de grandeza que existia em mim, fizeste de mim de novo , criança... aprendo a dar os primeiros passos ,enquanto tu me guias pela mão.
Controlas os meus movimentos e sorris porque sou fraco, sabes que me tens...na palma da mão.. sopras-me para longe quando te fartas e assobias para que venha
quando necessitas,simples capricho ou maldade ,ingénuo eu pensei que fosse saudade...No fundo sei que não tens culpa, a tua natureza é assim, não és má nem ruim..apenas és
e necessitas, apenas procuras e precisas e tudo aquilo que queres tens, tudo aquilo que queres destrois até não sobrar nada, depois reconstrois tudo de novo, um mundo
cinzento em que o teu vestido rosa sobressai sobre aquilo que chamas amor, que tanto se apróxima da dor e do sofrimento como te escapa por entre as mãos, para cair
não muito distante , porque sempre o alcanças..ou porque simplesmente não me afasto porque me tens e será sempre assim..
Sorri faz-me derreter e tornar-me pó, que o vento me leve até aí para te tocar, nem que seja de ao de leve...
O meu coração bate mais rápido na tua presença , aguardo obediente a tua sentença , esmaga-me como a um mosquito
Destroi-me com o teu olhar , faz-me suplicar pela tua atenção e pela mais pequena ilusão
De afecto...
Quando cair na tua teia oh rainha , envolve-me na mais suave sêda e deita-me no meu túmulo, despede-te de mim
com um beijo e deixa-me repousar...um sonho eterno que se repete em que o único interprete és tu.
Beija-me enquanto as lágrimas escorrem pelo meu rosto, tenho medo que seja o último beijo o único ,seguido de um Adeus
O teu cheiro mantém-se aqui, vejo-te em todo o lado, assombras a minha existência e o meu pensar, reduziste-me a uma amostra do que nunca fui
Destruiste a ilusão de grandeza que existia em mim, fizeste de mim de novo , criança... aprendo a dar os primeiros passos ,enquanto tu me guias pela mão.
Controlas os meus movimentos e sorris porque sou fraco, sabes que me tens...na palma da mão.. sopras-me para longe quando te fartas e assobias para que venha
quando necessitas,simples capricho ou maldade ,ingénuo eu pensei que fosse saudade...No fundo sei que não tens culpa, a tua natureza é assim, não és má nem ruim..apenas és
e necessitas, apenas procuras e precisas e tudo aquilo que queres tens, tudo aquilo que queres destrois até não sobrar nada, depois reconstrois tudo de novo, um mundo
cinzento em que o teu vestido rosa sobressai sobre aquilo que chamas amor, que tanto se apróxima da dor e do sofrimento como te escapa por entre as mãos, para cair
não muito distante , porque sempre o alcanças..ou porque simplesmente não me afasto porque me tens e será sempre assim..
Feliz
Despedaçado, a alma fractura e o corpo partido..
Cabisbaixo sinto que tudo está perdido
O futuro morreu e o sonho se desvaneceu , nas sobras do meu ser...
Tento apanhar o rumo do meu pensamento, capto apenas um suspiro um lamento...
Que dúvido que seja meu, tive eu força ainda para me lamentar mais um dia?
Tive eu a destreza para me arrastar ainda mais um pouco...sim sou eu.. que ainda respiro
Ofegante, descordenado e assustado.. à beira do abismo, e uma força desconhecia me puxa para dentro
Lentamente , sussura ao meu ouvido , vem comigo , entrega-te a mim.. eu sou tu e tu és eu , somos um só , vem te aguardo, aqui.
Digo-lhe "ainda não, não estou preparado" "não me vencerás" inevitávelmente serei teu , para toda a eternidade , sei-o agora sempre o soube.
Nesta ou noutra vida , enquanto o reflexo do nosso karma perdurar , numa infidável roda de desejo, ligados para todo o sempre até o mundo acabar.
Corpo e alma suspensos , equilibrados por uma linha ténue de incerteza que mantém a chama do nosso amor acesa, enquanto nós mudamos e crescemos, mas a essência perdura
Porque tu sabes quem eu sou, e eu conheco-te bem, tu és eu e eu sou tu também..
Cabisbaixo sinto que tudo está perdido
O futuro morreu e o sonho se desvaneceu , nas sobras do meu ser...
Tento apanhar o rumo do meu pensamento, capto apenas um suspiro um lamento...
Que dúvido que seja meu, tive eu força ainda para me lamentar mais um dia?
Tive eu a destreza para me arrastar ainda mais um pouco...sim sou eu.. que ainda respiro
Ofegante, descordenado e assustado.. à beira do abismo, e uma força desconhecia me puxa para dentro
Lentamente , sussura ao meu ouvido , vem comigo , entrega-te a mim.. eu sou tu e tu és eu , somos um só , vem te aguardo, aqui.
Digo-lhe "ainda não, não estou preparado" "não me vencerás" inevitávelmente serei teu , para toda a eternidade , sei-o agora sempre o soube.
Nesta ou noutra vida , enquanto o reflexo do nosso karma perdurar , numa infidável roda de desejo, ligados para todo o sempre até o mundo acabar.
Corpo e alma suspensos , equilibrados por uma linha ténue de incerteza que mantém a chama do nosso amor acesa, enquanto nós mudamos e crescemos, mas a essência perdura
Porque tu sabes quem eu sou, e eu conheco-te bem, tu és eu e eu sou tu também..
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Teatro...
Provar a demência , como se de um adoçante se tratasse
com um pouco de fel para relembrar a amargura, porque demasiado doce faz mal
dialogar com a própria mente sobre assuntos que são totalmente irrelevantes e que
apenas nos fazem perder tempo, mas o que é o tempo quando estamos aprisionados
entre os nossos pensamentos e os nossos medos ?..o tempo palavra tão vastamente repetida
não passa de uma verdade relativa , porque o tempo é moldável como a vontade humana ,
e ambas duram para sempre, quando fisicamente desapareceres deste mundo ao menos que te sirva
de consolação saberes que o mundo continua sem ti, a linha temporal e espacial continuará
intacta , não podendo dizer o mesmo dos teus ossos que atirados numa pilha se desintegram
numa cave bafienta esquecidos por tudo e por todos; e se houver uma vida para além da morte
fica sabendo que trocarei o que restar da minha alma por uma oportunidade para te rever ,
para poder ver-te mais uma vez antes do último adeus . E se ao morrer acordar? E tudo isto não passar de um sonho;
eu não ser quem sou e tu nem existires,.. fruto da minha imaginação, um trauma na infância que me atirou inconsciente
para uma cama de um hospital; e se for eu o sonho? Fruto da tua imaginação, uma simples personagem que se dissipará
com o teu acordar ....e se nós formos apenas imaginação ou sonho, e a vida for um grande palco...concedes-me esta
última dança antes que as cortinas se fechem?
com um pouco de fel para relembrar a amargura, porque demasiado doce faz mal
dialogar com a própria mente sobre assuntos que são totalmente irrelevantes e que
apenas nos fazem perder tempo, mas o que é o tempo quando estamos aprisionados
entre os nossos pensamentos e os nossos medos ?..o tempo palavra tão vastamente repetida
não passa de uma verdade relativa , porque o tempo é moldável como a vontade humana ,
e ambas duram para sempre, quando fisicamente desapareceres deste mundo ao menos que te sirva
de consolação saberes que o mundo continua sem ti, a linha temporal e espacial continuará
intacta , não podendo dizer o mesmo dos teus ossos que atirados numa pilha se desintegram
numa cave bafienta esquecidos por tudo e por todos; e se houver uma vida para além da morte
fica sabendo que trocarei o que restar da minha alma por uma oportunidade para te rever ,
para poder ver-te mais uma vez antes do último adeus . E se ao morrer acordar? E tudo isto não passar de um sonho;
eu não ser quem sou e tu nem existires,.. fruto da minha imaginação, um trauma na infância que me atirou inconsciente
para uma cama de um hospital; e se for eu o sonho? Fruto da tua imaginação, uma simples personagem que se dissipará
com o teu acordar ....e se nós formos apenas imaginação ou sonho, e a vida for um grande palco...concedes-me esta
última dança antes que as cortinas se fechem?
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Estrela cadente
O teu olhar deixa transparecer a tristeza, sentimentos falsos que escondes por trás da tua beleza; enganos e palavras por dizer,
sonhaste com a vida mas apenas te apeteceu morrer; o que tens princesa? Eras tão pura, mas o medo tomou conta de ti, cantavas tão alto
mas ficaste muda; que te aconteceu ? a tua aura se esfuma; transforma-se em névoa e corre para os céus , mil pedacinhos de ti glorificam a liberdade recém
adquirida, "ai se nós soubéssemos como seria" clamam elas ,.. se elas soubessem que viver seria isto , nunca se teriam juntado , nunca seriam um só...
Pequenas partículas pó de estrela , que viajam pela galáxia até encontrar algo que as fascine, vieram à Terra e assim nasceste tu; fruto da união entre
o cosmos e a mãe natureza , um novo ser...e assim voltarás a terra.
sonhaste com a vida mas apenas te apeteceu morrer; o que tens princesa? Eras tão pura, mas o medo tomou conta de ti, cantavas tão alto
mas ficaste muda; que te aconteceu ? a tua aura se esfuma; transforma-se em névoa e corre para os céus , mil pedacinhos de ti glorificam a liberdade recém
adquirida, "ai se nós soubéssemos como seria" clamam elas ,.. se elas soubessem que viver seria isto , nunca se teriam juntado , nunca seriam um só...
Pequenas partículas pó de estrela , que viajam pela galáxia até encontrar algo que as fascine, vieram à Terra e assim nasceste tu; fruto da união entre
o cosmos e a mãe natureza , um novo ser...e assim voltarás a terra.
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Ok..
O silêncio predomina nos campos minados da imaginação
Portas que se abrem , memórias que se recordam, armadilhas que esperam pelo minimo descuido
Portas que as vezes deveriam ser mantidas fechadas.
Mas com a mesma curiosidade de uma criança, ousas desbravar por caminhos sinuosos e desconhecidos
Feres os teus pés e deixas o sangue jorrar, com as lágrimas , não de sofrimento
Mas de alegria , por teres sido outrora um ser humano
Qual ser mítico, que se metamorfoseia em algo novo ; acorda do seu casulo menos homem
E caminha nesta terra não mais perfeito.
Com as memórias vem também o arrependimento, a decisão foi tua, mas culpas o mundo da tua infelicidade
Apontas agora o dedo à criatura que consideras ser teu inferior , teu subordinado, teu escravo.
Torturas sem descanso a mente já conturbada destas humildes obras de Deus numa animalesca demonstração de ódio.
Mas é a inveja que te consome! Ascendeste aos céus na ânsia de te tornares perfeito para no final perceberes que a perfeição não se conquista
Constroi-se, molda-se à medida que caminhamos neste mundo
Transmite-se nos genes, e passa de geração em geração num processo natural de aperfeiçoamento tendo em vista a tão aclamada Perfeição.
Marchas agora mais os teus exércitos, praga da sociedade e doença da elite; caminhas em direcção ao centro do conhecimento para o destruir, para que a verdade mais não se saiba e para que o mundo mergulhe na tua escuridão
E é assim que conquistas o mundo, com um punho de ferro, uma ambição atroz e com o silenciar das vozes dos intelectuais e dos menos iluminados.
E em silêncio permanecemos , na sombra da sociedade de ontem; na recordação do passado e de dias melhores, na esperança de que o futuro nos traga a luz de outros dias.
Mas o sol não brilhará enquanto não fizermos por isso, não mais a luz entrará nas nossas casas nem o conhecimento será o nosso prato predilecto
SE fecharmos as nossas bocas e os nossos olhos à injustiça e nos deixarmos manipular pelas mentes perversas.
Portas que se abrem , memórias que se recordam, armadilhas que esperam pelo minimo descuido
Portas que as vezes deveriam ser mantidas fechadas.
Mas com a mesma curiosidade de uma criança, ousas desbravar por caminhos sinuosos e desconhecidos
Feres os teus pés e deixas o sangue jorrar, com as lágrimas , não de sofrimento
Mas de alegria , por teres sido outrora um ser humano
Qual ser mítico, que se metamorfoseia em algo novo ; acorda do seu casulo menos homem
E caminha nesta terra não mais perfeito.
Com as memórias vem também o arrependimento, a decisão foi tua, mas culpas o mundo da tua infelicidade
Apontas agora o dedo à criatura que consideras ser teu inferior , teu subordinado, teu escravo.
Torturas sem descanso a mente já conturbada destas humildes obras de Deus numa animalesca demonstração de ódio.
Mas é a inveja que te consome! Ascendeste aos céus na ânsia de te tornares perfeito para no final perceberes que a perfeição não se conquista
Constroi-se, molda-se à medida que caminhamos neste mundo
Transmite-se nos genes, e passa de geração em geração num processo natural de aperfeiçoamento tendo em vista a tão aclamada Perfeição.
Marchas agora mais os teus exércitos, praga da sociedade e doença da elite; caminhas em direcção ao centro do conhecimento para o destruir, para que a verdade mais não se saiba e para que o mundo mergulhe na tua escuridão
E é assim que conquistas o mundo, com um punho de ferro, uma ambição atroz e com o silenciar das vozes dos intelectuais e dos menos iluminados.
E em silêncio permanecemos , na sombra da sociedade de ontem; na recordação do passado e de dias melhores, na esperança de que o futuro nos traga a luz de outros dias.
Mas o sol não brilhará enquanto não fizermos por isso, não mais a luz entrará nas nossas casas nem o conhecimento será o nosso prato predilecto
SE fecharmos as nossas bocas e os nossos olhos à injustiça e nos deixarmos manipular pelas mentes perversas.
terça-feira, 21 de abril de 2009
....
Imbativel sentimento de uma alma calejada pela mágoa
Surripias-me um suspiro e ao mesmo tempo arrebatas os meus pés do chão
Procuro segurar-me ao mundano, quando me tentas mostrar coisas que desconheço
Ainda não estou preparado para experimentar o teu mundo
Não que não queira, sinto-me lisongeado, apenas não estou preparado.
Corremos em direcção à luz fugindo da escuridão;
Ofuscação mental que confunde a razão
Medo do desconhecido , protegidos pelo som acolhedor da voz materna
Que nos alberga em qualquer momento de aflição
Sim, as mães que enxugam as lágrimas de seus filhos esfomeados
Dão de comer do seu corpo e com os restos fazem o almoço de amanhã
Um amor incondicional que lhes é agradecido com um simples sorriso de apreço
E um sorriso é tudo o que precisam para continuar a viver
Apesar do corpo enfraquecido sentem que cumpriram o seu dever
Selva humana de lianas de membros e outras plantas; plantas-homens à beira da estrada
Sem rumo, sem vontade de mudar o seu fado
A espera de serem regados pela chuva, e que a chuva os carregue para longe
Longe do sofrimento, longe do olhar de quem julga sem saber, de quem outrora foi arbusto mas cresceu para ser árvore.
Então caminhamos agora sozinhos, com os amigos postos de parte fechados numa gaveta chamada solidão
A noite ainda é uma criança e recusa-se a crescer , quer brincar mais um pouco quer sonhar mais um bocado
Suplica por mais momentos de pura ingenuidade e criancisse , quer saborear a vida enquanto ainda tem um gosto apurado
Porque quando crescemos a amargura toma conta de nós, e o gosto das coisas deixa de ser o mesmo
Esquecemos o doce e salgamos as nossas próprias feridas como se tivessemos necessidade de sermos punidos por uma infância menos feliz.
O tempo passa mas as cicatrizes ficam, são história são vivência, relíquias, presentes envenenados que carregamos connosco para toda a vida
E com a faca cortas a carne, a história só acaba quando as cicatrizes se tornam pó, precisas de continuar a escrever o teu diário...
Com mágoa sangue , carne e palavras de esperança, salgar as feridas para que nunca te esqueças do único sentimento que conheceste..
A dor - sentimento que te engole sem piedade na tua pequenês e te cospe de volta ao mundo, agora nua.
Desprendida de afectos, e só.
Surripias-me um suspiro e ao mesmo tempo arrebatas os meus pés do chão
Procuro segurar-me ao mundano, quando me tentas mostrar coisas que desconheço
Ainda não estou preparado para experimentar o teu mundo
Não que não queira, sinto-me lisongeado, apenas não estou preparado.
Corremos em direcção à luz fugindo da escuridão;
Ofuscação mental que confunde a razão
Medo do desconhecido , protegidos pelo som acolhedor da voz materna
Que nos alberga em qualquer momento de aflição
Sim, as mães que enxugam as lágrimas de seus filhos esfomeados
Dão de comer do seu corpo e com os restos fazem o almoço de amanhã
Um amor incondicional que lhes é agradecido com um simples sorriso de apreço
E um sorriso é tudo o que precisam para continuar a viver
Apesar do corpo enfraquecido sentem que cumpriram o seu dever
Selva humana de lianas de membros e outras plantas; plantas-homens à beira da estrada
Sem rumo, sem vontade de mudar o seu fado
A espera de serem regados pela chuva, e que a chuva os carregue para longe
Longe do sofrimento, longe do olhar de quem julga sem saber, de quem outrora foi arbusto mas cresceu para ser árvore.
Então caminhamos agora sozinhos, com os amigos postos de parte fechados numa gaveta chamada solidão
A noite ainda é uma criança e recusa-se a crescer , quer brincar mais um pouco quer sonhar mais um bocado
Suplica por mais momentos de pura ingenuidade e criancisse , quer saborear a vida enquanto ainda tem um gosto apurado
Porque quando crescemos a amargura toma conta de nós, e o gosto das coisas deixa de ser o mesmo
Esquecemos o doce e salgamos as nossas próprias feridas como se tivessemos necessidade de sermos punidos por uma infância menos feliz.
O tempo passa mas as cicatrizes ficam, são história são vivência, relíquias, presentes envenenados que carregamos connosco para toda a vida
E com a faca cortas a carne, a história só acaba quando as cicatrizes se tornam pó, precisas de continuar a escrever o teu diário...
Com mágoa sangue , carne e palavras de esperança, salgar as feridas para que nunca te esqueças do único sentimento que conheceste..
A dor - sentimento que te engole sem piedade na tua pequenês e te cospe de volta ao mundo, agora nua.
Desprendida de afectos, e só.
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Sim..
Ah!.Lamentei não te ter conhecido
Sagrada benevolência, de quem encara o pobre e o desfavorecido.
Assim, com desdém.
Rei do nada , e do fingimento figura triste do meu pensamento.
Entretanto percebi, que o mundo girava num sentido contrário ao meu acordar
O sol não se punha, sem eu antes dormir
Capricho ou coincidência de quem tudo vê
E todos ilumina.
Guardião da minha alma, meu Deus nos tempos de desespero
Santificado seja o comunismo e venha a nós o vosso leninismo
Oh Ché rebola na tua cova
A revolução já lá vai
E o capitalismo já ninguém o quer
Meu profeta dos tempos modernos; encaminhaste o teu povo à miséria
E a terra prometida bateu-te com as portas na cara
Segreda-me ao ouvido as barbaridades de um dia de chuva
Diz-me que a culpa foi do sol , que não apareceu
Diz-lhes que mataste apenas pela curiosidade de destruir
Porque ambos sabemos que o sol é vida e nós apenas vivência
Carne e osso, alma e projecção dos nossos sonhos e mais refundidos desejos
E assim, caimos na realidade da nossa insignificancia; todos os juízos de moral e correcionismos
SE tornam irrelevantes, quando a hora chega , a hora de dizer adeus.
Faz as malas meu amigo, viajaremos juntos por esta jornada que é a vida
E quando seguirmos caminhos diferentes, encontrar-te-ei mais adiante..mesmo ali à frente
Ao pé do velho do Restelo, aquele mesmo que agora te vê aqui incrédulo
Pois nunca acreditou que um aqui chegaríamos
Contrariámos o seu pessimismo, erguemos bandeiras aqui e além
Mas uma coisa nunca deixámos para trás.
AS nossas sombras nos seguiram, sempre.
O nosso passado nos atormentou, sempre.
Silencia-me agora, porque já vivi de mais
Segue o meu caminho, pois a estrada está construída.
Espalha a palavra, nós chegámos aqui.
Diz-lhes que foi aqui que nasci
Nasceram os nossos heróis
E assim será até muito depois;
Para sempre nossa.
Sagrada benevolência, de quem encara o pobre e o desfavorecido.
Assim, com desdém.
Rei do nada , e do fingimento figura triste do meu pensamento.
Entretanto percebi, que o mundo girava num sentido contrário ao meu acordar
O sol não se punha, sem eu antes dormir
Capricho ou coincidência de quem tudo vê
E todos ilumina.
Guardião da minha alma, meu Deus nos tempos de desespero
Santificado seja o comunismo e venha a nós o vosso leninismo
Oh Ché rebola na tua cova
A revolução já lá vai
E o capitalismo já ninguém o quer
Meu profeta dos tempos modernos; encaminhaste o teu povo à miséria
E a terra prometida bateu-te com as portas na cara
Segreda-me ao ouvido as barbaridades de um dia de chuva
Diz-me que a culpa foi do sol , que não apareceu
Diz-lhes que mataste apenas pela curiosidade de destruir
Porque ambos sabemos que o sol é vida e nós apenas vivência
Carne e osso, alma e projecção dos nossos sonhos e mais refundidos desejos
E assim, caimos na realidade da nossa insignificancia; todos os juízos de moral e correcionismos
SE tornam irrelevantes, quando a hora chega , a hora de dizer adeus.
Faz as malas meu amigo, viajaremos juntos por esta jornada que é a vida
E quando seguirmos caminhos diferentes, encontrar-te-ei mais adiante..mesmo ali à frente
Ao pé do velho do Restelo, aquele mesmo que agora te vê aqui incrédulo
Pois nunca acreditou que um aqui chegaríamos
Contrariámos o seu pessimismo, erguemos bandeiras aqui e além
Mas uma coisa nunca deixámos para trás.
AS nossas sombras nos seguiram, sempre.
O nosso passado nos atormentou, sempre.
Silencia-me agora, porque já vivi de mais
Segue o meu caminho, pois a estrada está construída.
Espalha a palavra, nós chegámos aqui.
Diz-lhes que foi aqui que nasci
Nasceram os nossos heróis
E assim será até muito depois;
Para sempre nossa.
Angels...
Empty, i feel so empty inside
Nothing to think about
Nothing to speak
Just the emptyness inside my head
Death took away my hopes
And death escapes me through my fingers
If i could just talk to you one more time
If i could say how much i love
The way you smile
The way you smell
The way you touch
When you left you took my soul with you
When you left my wish was to go with you
But i cannot follow you anymore
Now you make your own way
But there was so much i wanted to say
I scratch your coffin waiting for an answer
I scratch your coffin begging for forgivness
What i have done wrong? It was my fault?
Only the memories remain
Take me with you i dont want to ive in pain
Someone like you i will never find
oh god what a sad world
Where angels have to leave us behind
Nothing to think about
Nothing to speak
Just the emptyness inside my head
Death took away my hopes
And death escapes me through my fingers
If i could just talk to you one more time
If i could say how much i love
The way you smile
The way you smell
The way you touch
When you left you took my soul with you
When you left my wish was to go with you
But i cannot follow you anymore
Now you make your own way
But there was so much i wanted to say
I scratch your coffin waiting for an answer
I scratch your coffin begging for forgivness
What i have done wrong? It was my fault?
Only the memories remain
Take me with you i dont want to ive in pain
Someone like you i will never find
oh god what a sad world
Where angels have to leave us behind
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Failed Projects....
To all the failed projects that will never be sold
Lost here in the dark, it feels so cold
IN this big factory called life, we struggle to survive
Hoping to be someone just like the one that died
Wannabes of the spotlight, wanting to be admired
Fearing death but afraid of facing life
Time never stops, it slips away from us
Life never ends, we just fade away and disappear
INto the void of uncounscious mind
Lost between dimentions of life and death
With nothing more than regret
And no one to confort us ,we slowly disappear
Lost here in the dark, it feels so cold
IN this big factory called life, we struggle to survive
Hoping to be someone just like the one that died
Wannabes of the spotlight, wanting to be admired
Fearing death but afraid of facing life
Time never stops, it slips away from us
Life never ends, we just fade away and disappear
INto the void of uncounscious mind
Lost between dimentions of life and death
With nothing more than regret
And no one to confort us ,we slowly disappear
The plan is in motion and you were left behind...
Persuasion, and the motion of things
Goes accord to the high jury
Destiny , caprichious hand of god
A game where we are just pieces of something not so great
Condemning everything , consumed by hate
Hoping for some change , another earthquake
Leaving us with a sense of incapacity
Where to hold on when the ground trembles
Where to go when the sky falls down
Tsunami of thoughts crashing our bones
Placing our bodies like stones when the tide rises
This castle represents our deepest fears
Constructed with our essence all over the years
The spilled blood of innocence
The flesh of the young and the passivity of the old
And the ones who sold their souls
Where to hold on when the ground trembles
Splits in half and make us fall
Where to go when in the end there is only death?
when i want to turn right and you make me go left
Just for your amuzement , caprichious hand of god
Im hoping for some change
Let me make my own way out this time
Goes accord to the high jury
Destiny , caprichious hand of god
A game where we are just pieces of something not so great
Condemning everything , consumed by hate
Hoping for some change , another earthquake
Leaving us with a sense of incapacity
Where to hold on when the ground trembles
Where to go when the sky falls down
Tsunami of thoughts crashing our bones
Placing our bodies like stones when the tide rises
This castle represents our deepest fears
Constructed with our essence all over the years
The spilled blood of innocence
The flesh of the young and the passivity of the old
And the ones who sold their souls
Where to hold on when the ground trembles
Splits in half and make us fall
Where to go when in the end there is only death?
when i want to turn right and you make me go left
Just for your amuzement , caprichious hand of god
Im hoping for some change
Let me make my own way out this time
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